abr 01

Paletes de Madeira

Paletes de Madeira

A palavra  paletes de madeira ou pallets de madeira  é diferenciada pelo fato que com dois nomes  a palavra está escrito no idioma de origem.
A Madeiras Floresta oferece ao mercado nacional paletes de madeira tanto em pinus como eucalipto da melhor qualidade, para que seus clientes mantenham o padrão de exigência, e ainda, possam adquirir e rapidamente receber seus palete de madeira fabricado por fábrica de paletes de madeira automatizadas  dentro da mais avançada confiabilidade.

Paletes de Madeira -Pallets de Madeira- Padrão Brasil – PBR

.Os paletes de madeira modelo  PBR foi desenvolvido a partir de estudos realizados pela ABRAS em parceria com profissionais de diversas empresas e associações tecnicamente qualificadas para a elaboração de um sistema altamente confiável para atender toda a logística de movimentação e armazenamento de produtos pelos supermercados.

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As características peculiares dos pallets de madeira palete de madeira  PBR proporcionam uma ampla interação com os meios de transporte, compatibilização com os equipamentos de movimentação, melhor aproveitamento da madeira e preservação ambiental. Para chegar ao palete ideal foram consultadas normas internacionais, feitos diversos ensaios e produzidos vários modelos, que foram testados por indústrias renomadas no Brasil.

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Para atender as demandas de seus associados varejistas, o palete de madeira  padrão PBR possui as seguintes características:

  • Padronização – essencial na logística, devido à alta rotatividade entre as empresas;
  • Durabilidade – dentro de sua expectativa de vida útil, permite várias viagens, reduzindo assim os custos com investimento em novas aquisições ou substituições do produto. Inspeções em centrais de distribuição comprovam a existência de paletes padrão PBR fabricados há mais de 15 anos;
  • Versatilidade – permite a utilização em todos os segmentos da cadeia produtiva e nos sistemas de distribuição;
  • Certificação – os paletes são submetidos a um processo de controle de qualidade no processo de sua fabricação, desde que adquiridos em empresas credenciadas pela Abras. Consulte aqui as empresas credenciadas.
  • Confiabilidade – os paletes são projetados para oferecer segurança em seu manuseio e utilização.

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A Comissão Permanente de Paletização Abras recomenda:

  • Não compre paletes de madeira usados, eles podem ter sido desviados de docas de empresas, sejam elas fabricantes, distribuidoras, transportadoras ou supermercadistas e acabam sendo negociados indevidamente no mercado paralelo. Além de fomentar o mercado do roubo, existem ainda os riscos de contaminação dos produtos devido às formas inadequadas de estocagem dos paletes;
  • Fique atento aos paletes de madeira  falsos, que geralmente são produzidos por fabricantes não credenciados e que utilizam a marca registrada PBR, exclusiva das empresas credenciadas pela Abras;
  • Verifique se o palete possui a marca registrada PBR, identificação do fabricante e data de fabricação;
  • Garanta seus direitos. Ao comprar paletes solicite que sejam discriminadas no pedido e na nota fiscal as informações: Pallets de Madeira  PBR I/II. Desta forma, você terá a garantia de que adquiriu um produto original, que segue as especificações técnicas e poderá solicitar auditorias e fazer devoluções, caso o produto não esteja dentro dos padrões estabelecidos pelo Comitê Permanente de Paletização Abras.

 

Fonte:  http://www.abras.com.br/palete-pbr

mar 22

Serraria de Pinus

Serraria de Pinus

A Madeiras Floresta representa serraria de pinus  de alta tecnologia em seus equipamento com diversas finalidades , por exemplo trabalhamos com uma serraria de pinus direcionadas a indústria de pallets onde trazemos viagens de madeira pré cortadas para fabricação de pallets onde esses pallets serão montados e pregados , isso ocorre pelo motivo de logística , trazer pallets montados , na origem da madeira inviabiliza a fabricação pois no caminhão os pallets montados vão ocupar muito espaço , assim trazer a madeira cortadas até próximo o cliente final da fábrica de pallets e montar na região viabiliza o preço final do produto.
Temos representadas serraria de pinus para industria de móveis onde as indústrias , por exemplo de sofás ou cama box terão a madeira também na bitola necessária em madeira seca pronta para uso.
Outro perfil de de serrarias de pinus de nossa representação são as tábuas de pinus que podem ser entregues mesmo vede pois serão entregues para construção tendo as medidas próprias usadas na construção que vão de tábuas largas , sarrafos e pontaletes.
Convidamos também conhecer nosso site que vai dar mais informações sobre as serrarias de  pinus clicando aqui

Achamos interessante passar essa reportagem da Revista da Madeira , citando as fontes abaixo , para melhor conhecimento técnico das serrarias de pinus e dos tipos de pinus usados .

Representamos várias serrarias de pinus

Representamos várias serrarias de pinus

Reportagem sobre serraria de pinus
Rendimento em madeira serrada de pinus para desdobro

Ao longo das últimas décadas, o perfil de consumo de madeiras oriundas de reflorestamento mudou muito, em função das restrições de exploração e da disponibilidade de espécies florestais nativas. A cadeia produtiva estendeu-se para as essências de rápido crescimento, plantadas e manejadas. A grande concentração de plantios de pinus é a região Sul do Brasil, especificamente os estados do Paraná e Santa Catarina, onde as espécies mais plantadas são pinus elliottii e pinus taeda.A madeira de pinus exerce importante papel no fornecimento de matéria-prima para indústrias de papel e papelão, laminados, compensados e indústria moveleira. Devido ao elevado consumo que tem ocorrido na região Sul do Brasil nos últimos anos, a procura pela matéria-prima pinus aumentou, conseqüentemente diminuindo sua oferta no mercado. Dessa forma, surgiu a necessidade de se otimizar o processo de desdobro das toras quando o produto final tem finalidade para a indústria de serrados e moveleira.

O rendimento em madeira serrada é influenciado por diversos fatores, tais como características da espécie, produtos, maquinário, mão de obra e, principalmente, pelo diâmetro das toras. Além desses fatores, o tratamento que é dado às toras ainda no pátio da serraria e outras decisões de como desdobrá-las são fatores fundamentais para que se atinjam bons níveis de rendimento.

O volume de resíduos gerados pode-se expressar como a diferença entre o volume de madeira em toras que entra na serraria e o volume de madeira serrada produzida. A maior quantidade de resíduos gerados é por ocasião do desdobro primário e secundário das toras. Considerando-se os resíduos gerados pelo processo produtivo, como cascas, costaneiras, refilos, aparas e serragem, seria irracional não promover o aproveitamento máximo desses subprodutos do beneficiamento primário da madeira. Tais resíduos, em um primeiro momento, são tidos como rejeitos no processo, mas seguramente podem sair da serraria como matéria-prima para produção de pasta e celulose e chapas de composição, bem como promover a auto-suficiência energética da própria indústria.

Um sistema de desdobro convencional consiste em se desdobrar toras sem classificação e sem uma definição exata de um modelo de corte para cada classe diamétrica. Tal condição, na maioria das vezes, induz a um baixo aproveitamento da tora, propiciando uma maior geração de subprodutos, muitas vezes considerados resíduos do processo.

O Brasil ainda possui um grande número de serrarias que utilizam o sistema convencional de desdobro, em que as toras são desdobradas de acordo com critérios escolhidos pelo operador da máquina principal, ou seja, é ele quem define a melhor maneira de se desdobrar uma tora. Dessa maneira, podem ocorrer elevadas perdas de matéria-prima, devido à ausência de tecnologias apropriadas para o desdobro das toras, encarecendo o processo, em função de que há a necessidade de se consumir maior volume de matéria-prima para produzir a mesma quantidade de produto serrado.

A escolha dos operadores da serra principal, resserradeiras, canteadeiras e destopadeiras assume verdadeira importância, tendo em vista que esses operadores estão continuamente tomando decisões que dizem respeito a fatores que dependem do bom funcionamento das máquinas, que, por sua vez, afetam o desempenho da indústria: produtividade, qualidade do produto e o elevado índice de retrabalho para recuperação da matéria-prima. A decisão pessoal de um operador de como secionar um tronco ou mesmo desdobrar dificilmente obterá um nível ótimo, isso porque ele raramente conseguirá obter a melhor visualização de todas as alternativas no pouco tempo que tem para tomada de decisões.

Assim, é indicado o emprego de modelos de pesquisa operacional. Em geral, os erros mais comuns observados são os excessos de espessura das costaneiras, incorreta seleção do corte radial e subdimensionamento na largura e comprimento das peças.

Quando se trata de madeira reflorestada, como o caso do pinus, os diâmetros das toras diminuem e se homogeneizam, o que facilita a utilização de técnicas de otimização no desdobro. Dessa forma, uma classificação eficiente e o estabelecimento de modelos de corte apropriados irão proporcionar bons resultados na serraria. Trata-se de uma maneira de se conduzir o desdobro de toras através da sua otimização.

Nesse caso, as toras são classificadas e, muitas vezes, descascadas e desdobradas dentro de um modelo de corte pré-definido para cada classe diamétrica, caracterizando-se um processo de otimização das toras. Um sistema de desdobro otimizado constitui em utilizar um sistema de corte anteriormente estudado, objetivando a máxima utilização da tora. As perspectivas de crescimento no consumo de toras de pinus no Brasil para uso industrial têm se mostrado em plena ascensão. Dessa forma, há necessidade urgente de se implantarem ações estratégicas fundamentais, para que não ocorra a estagnação da indústria madeireira.

Portanto, a necessidade de seleção de toras por classes diamétricas e o estabelecimento de diagramas de corte é de importância primária para que se consiga atingir níveis de rendimentos elevados para aquele determinado tipo de material que está sendo utilizado. Dessa maneira, é possível melhorar o rendimento em madeira serrada proporcionado por cada classe utilizada.

O objetivo desta pesquisa foi de avaliar o rendimento em madeira serrada para a melhoria do aproveitamento de pinus taeda, através da classificação das toras e da utilização de diagramas de corte específicos para cada classe diamétrica.

Sistemas de desdobro

As toras selecionadas e divididas em dois grupos de 10 para cada classe diamétrica foram desdobradas por duas metodologias distintas, sendo uma chamada de desdobro convencional, já utilizado pela serraria, e outra chamada de desdobro otimizado. Porém, nos dois métodos de desdobro, foram obtidas tábuas com as mesmas dimensões, sendo elas 27 mm de espessura e 50, 80 e 110 mm de largura, destinadas à confecção de painéis e outros componentes para a indústria de móveis.

O sistema de desdobro convencional utilizado pela serraria consistiu na entrada das toras classificadas para esse sistema aleatoriamente, ou seja, sem nenhuma classificação diamétrica, sendo que, na entrada da serra principal, elas eram classificadas visualmente pelo operador da máquina. Através dessa classificação visual, o operador optava pelo melhor posicionamento da tora sobre o carro porta-tora, definindo o diagrama de corte a ser desenvolvido para cada uma. Após o desdobro, todas as tábuas obtidas de cada tora, separadas em suas respectivas classes diamétricas, foram medidas para posterior obtenção dos rendimentos em madeira serrada para o sistema de desdobro convencional.

No sistema de desdobro otimizado, todas as toras foram separadas por classe diamétrica. Para cada classe diamétrica, foi definido um diagrama de corte específico, com auxílio do software otimizador e simulador de corte MaxiTora, da empresa Lindbeck Informática. Após a definição dos diagramas de corte, todas as toras, separadas por classes diamétricas, foram desdobradas seguindo seus respectivos diagramas de corte. Após o desdobro, todas as tábuas obtidas de cada tora, separadas em suas respectivas classes diamétricas, foram medidas para posterior obtenção dos rendimentos em madeira serrada para o sistema de desdobro otimizado.

Para o cálculo do volume de madeira serrada, todas as tábuas obtidas, separadas por tora e classe diamétrica, tiveram suas espessuras, larguras e comprimentos medidos. Foram tomadas duas medidas da espessura em dois pontos da peça, sendo uma em cada topo, com auxílio de paquímetro digital.

Da mesma forma, foram tomadas duas medidas da largura, uma em cada topo da tábua, com auxílio de trena.

Cálculo do rendimento 

O rendimento volumétrico, também chamado de coeficiente de serragem, coeficiente de transformação ou fator de rendimento, foi a relação entre o volume produzido de madeira serrada e o volume utilizado de madeira em forma de tora, expresso em porcentagem.

O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, disposto em fatorial, sendo os fatores a classificação, com dois níveis, e as classes diamétricas, com cinco níveis (cinco classes), com dez repetições. O efeito da classificação das toras foi considerado como qualitativo, e a classe diamétrica como quantitativa. Foi utilizado para as análises o centro da classe.

Os rendimentos médios encontrados para madeira serrada utilizando otimização de corte variaram de 44,93% a 63,58%, gerando uma média de 53,60%. Esses valores foram superiores aos obtidos no desdobro convencional e todas as classes apresentaram incremento em seus rendimentos médios, quando realizada a seleção das toras e utilizado um diagrama otimizado para cada classe diamétrica.

Através da análise da tabela 3, além do aumento do rendimento médio para todas as classes diamétricas em relação ao desdobro convencional, observa-se que, de acordo com o aumento do diâmetro das toras, os rendimentos médios também aumentaram. Estatisticamente e ao contrário do desdobro convencional, todas as classes diferiram entre si. Estudos de técnicas de desdobro em serrarias que utilizam toras com pequenos diâmetros, concluiu que o índice de rendimento de madeira serrada aumenta de acordo com o incremento no diâmetro das toras utilizadas.

O tratamento de classificação das toras e otimização de corte se alterou quando ocorreu alteração na classe diamétrica, evidenciando assim a dependência entre os fatores. Ocorreu um aumento significativo de 21,24% no rendimento em madeira serrada no desdobro otimizado em relação ao desdobro convencional.

Como a interação foi significativa, optou-se em realizar o desdobramento e avaliar o efeito entre fatores. Após o desdobramento, pôde-se observar que o efeito do tratamento foi qualitativo. O tratamento utilizado para o desdobro das toras foi significativo e as classes diamétricas utilizadas também foram significativas. Os efeitos principais e a interação foram altamente significativos. Como a interação foi significativa, isso implica que os efeitos não são independentes.

De acordo com os resultados obtidos, conclui-se que:

A comparação entre os dois sistemas de desdobro estudados evidenciou que o rendimento médio obtido no sistema otimizado foi 21,1% maior que o sistema convencional utilizado nas serrarias de pinus.

Dentro das classes diamétricas, o desdobro otimizado apresentou um aumento no rendimento de madeira serrada, exceto na classe de 24,1 a 28,0 cm, onde não foi detectada diferença significativa entre os sistemas estudados.

A maior diferença no rendimento médio em madeira serrada entre os sistemas de desdobro convencional e otimizado foi obtida na classe diamétrica de 38,1 a 44,0 cm.

No sistema de desdobro otimizado, observou-se um maior rendimento médio à medida que aumentou o diâmetro das toras, tendência que não foi observada no desdobro convencional.vA classificação das toras e o estabelecimento de modelos de corte para cada classe diamétrica foi uma forma eficiente de se aumentar o rendimento em madeira serrada de pinus.

Com base nas conclusões aqui apresentadas, recomendam-se:

• Implantação de sistema de classificação e seleção das toras em serrarias de pinus de acordo com padrões estabelecidos e testados neste estudo.

•Utilização do sistema de desdobro otimizado testado neste estudo, respeitando os limites das classes diamétricas e diagramas de corte propostos.

• Realização de testes com classes diamétricas de menores amplitudes.

•Testagem de outros possíveis diagramas de corte com classes diamétricas de menores amplitudes.

•Realização de estudos de eficiência da serraria, relacionando-os com os rendimentos obtidos.

•Avaliação econômica comparativa dos sistemas de desdobro estudados, visando a viabilidade de sua aplicação no processamento de madeira de pinus.

Autores:

Mauro Itamar Murara Junior – Eng. Florestal, M.Sc., Escola Técnica Superior Tupy ;Márcio Pereira da Rocha – Eng. Florestal, Dr., Depto. de Engenharia e Tecnologia Florestal da UFPR – Romano Timofeiczyk Junior – Eng. Florestal, Dr., Depto. de Economia Rural e Extensão da UFPR

Fonte:http://www.remade.com.br/br/revistadamadeira_materia.php?num=963&subject=Desdobro&title=Rendimento%20em%20madeira%20serrada%20de%20pinus%20para%20desdobro

 

 

 

mar 22

Serraria de Eucalipto

Serraria de Eucalipto

Nossa empresa representa uma serraria de eucaliptodas mais estruturadas na região sul e sudeste do Brasil para atender o mercado em todo país , as industrias moveleiras ou industrias de montagem de pallets muitas vezes se encontram apuradas por terem muitas vezes bons fornecedores em serrarias de eucalipto , mas muitas vezes essas serrarias de eucalipto não atendem a demanda por não ter floresta própria e ficam as vezes a dever na hora de fornecer grandes quantidades de eucalipto serrado e pré cortado.

“Há alguns anos, o eucalipto valia o dobro do pinus”, diz o gerente de uma serraria de Cachoeirinha, na Grande Porto Alegre, apontando a quase equiparação nos valores dessas duas madeiras. Atualmente, um metro cúbico de toras de eucalipto para serraria não custa mais do que R$ 120, contra R$ 100 do pinus. No varejo da serraria de eucalipto, um metro cúbico de tábuas de eucalipto – no comprimento padrão de 5,50 metros – sai por R$ 350 a R$ 390, enquanto o pinus é vendido por R$ 330. Os eucaliptos mais velhos têm cotações mais elevadas. Árvores com mais de 30 anos, por exemplo, procuradas pela indústria do mobiliário, chegam a custar R$ 1 mil o metro cúbico, o que as aproxima da cotação de madeiras da Amazônia.

O investimento na serraria de eucalipto:
Como o mercado é composto por segmentos bastante diversificados – madeira para escoras, lenha, carvão, celulose, papel, papelão, aglomerados, chapas, postes, dormentes, construção residencial, indústria naval, fabricação de móveis –, o não cumprimento das metas da indústria de celulose está provocando uma reacomodação de preços nesse ramo habituado a fazer negócios de longa maturação.

Consequência natural do excesso de oferta, pois a área plantada de eucalipto passou de 179 mil hectares em 2005 para 273 mil em 2010, a nivelação dos valores das matérias-primas básicas deve-se especialmente ao chamado “eucalipto branco”, expressão que vem servindo para identificar a variedade eurograndis, comumente utilizada para fabricar celulose. Fruto de árvores jovens, cortadas com sete anos ou pouco mais, sua madeira macia é muito apreciada pelos carpinteiros. Sua durabilidade porém pode ser inferior à do pinus, o mais usado em construções residenciais de padrão popular.

Descontados plantios autônomos que há mais de 100 anos se realizam no Rio Grande do Sul para atendimento de necessidades rurais (madeira para currais, galpões, mourões e lenha), o maior volume de eucalipto está nas mãos das três empresas de celulose – Aracruz, Votorantim e Stora Enso – que fomentaram o cultivo das chamadas florestas industriais. Também pesam na definição dos preços da matéria-prima os grandes fabricantes de madeira aglomerada: Fibraplac, Duratex e Mafisa. “Por produzir e comprar muito, essas grandes são as balizadoras do mercado”, diz Charles Fengler, gerente da Haas Madeiras, empresa fundada em 1973 em Venâncio Aires, no vale do Taquari, onde se planta muito eucalipto para estufas de fumo. Para Fengler, o mercado de madeira ainda se recupera do “apagão” sofrido nos anos 2008/2009.

Ampliação de fábrica em Guaíba fica para 2014

Fora o caso da finlando-sueca Stora Enso, cujas compras iniciais de 47 mil hectares de terras na região de Rosário do Sul foram enquadradas na Lei de Segurança Nacional (que proíbe estrangeiros de serem proprietários rurais numa faixa de 150 quilômetros de fronteira), o apagão financeiro de 2008 provocou o desaparecimento da Aracruz, incorporada pela Votorantim, que mudou de nome (Fibria) e acabou vendendo a antiga fábrica de Guaíba – originalmente Borregaard, depois Riocell, finalmente Aracruz – ao grupo chileno que a rebatizou como Celulose Riograndense.

Três anos depois do vendaval, os eucaliptais da Fibria na zona sul do Estado estão à venda. Consta que houve uma oferta da Celulose Riograndense, mas o desfecho da negociação não é conhecido, pois ambas empresas precisam seguir as regras corporativas do mercado de ações, que as obrigam a publicar “fatos relevantes”, punindo-as em caso de vazamentos de “informações privilegiadas”. Além disso, como pertence a capitais chilenos, a Celulose Riograndense teme ser enquadrada no dispositivo legal que fez a Stora Enso paralisar seu projeto no oeste gaúcho. Boa parte das terras do Projeto Losango, da Fibria, estão dentro da faixa de fronteira com o Uruguai.

A disposição da Celulose Riograndense em ficar com a madeira plantada pela Votorantim é um dos sinais de que o grupo chileno não abandonou o projeto de expansão herdado da Aracruz, que lhe deixou pouco mais de 210 mil hectares de eucaliptais. “Iniciamos as obras viárias do entorno, em parceria com a Prefeitura de Guaíba, e estamos fazendo o detalhamento técnico do projeto anterior, mas em novas bases de custos, bem mais favoráveis do que antes”, diz Walter Lídio Nunes, diretor da empresa. Se não houver um novo apagão nas finanças internacionais, a nova fábrica para 1,3 milhões de toneladas/ano de celulose arranca no segundo semestre de 2014. Dada a proximidade desse prazo operacional, Nunes nega que a Celulose Riograndense tenha madeira sobrando. Já pensando na expansão, a empresa começa a renovar talhões de eucaliptais que já deram dois ou três cortes. Nesses casos, as toras que não servem para celulose são encaminhadas (no atacado) para outros segmentos do mercado.

O mercado internacional de celulose está meio travado pela ameaça de recrudescimento da crise financeira internacional. Commodity cuja cotação por tonelada oscila entre US$ 400 (nas crises) e US$ 1000 (nos picos de consumo), a celulose de fibra curta, oriunda do eucalipto, atravessou o mês de agosto valendo US$ 600 na Europa e US$ 850 nos Estados Unidos. Não é por acaso que a indústria brasileira de celulose e papel está inquieta diante das incertezas dos mercados, dominados por uma perspectiva de baixo consumo de produtos finais e excesso de oferta de matéria-prima madeireira.

Muito plantios de eucalipto no Rio Grande do Sul foram financiados pela Caixa Estadual como um bom negócio especialmente para a metade sul do Rio Grande, atolado entre a orizicultura e a pecuária. Em palestras pelo interior em 2005, o engenheiro agrônomo Floriano Isolan, ex-secretário da Agricultura que trabalhava como consultor da Caixa, exibia gráficos mostrando que plantar eucalipto era oito vezes mais rentável do que criar gado nos moldes da pecuária tradicional gaúcha. Talvez seja um pouco cedo para saber o resultado das apostas, pois quase ninguém se dispõe a cantar vitória em paradas agrícolas ou, pior ainda, reconhecer publicamente que jogou no cavalo errado. Embora ainda não tenha se livrado do estigma de vilão ambiental, o eucalipto também obedece à regra universal da silvicultura: quanto mais cresce uma árvore, maior valor adquire sua madeira.

Ao longo desta semana de Expointer, o Sul21 publica uma série de reportagens sobre a agropecuária no Rio Grande do Sul
Fonte:http://www.sul21.com.br/jornal/sobra-de-eucalipto-da-celulose-vai-para-a-construcao-civil/

fev 20

Paletes de Pinus ou Eucalipto

 Paletes de Pinus ou Eucalipto

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São várias as formas pela qual se busca por Paletes ou Pallets  de Pinus ou Eucalipto, pois cada um tem em mente sua grafia. Independente disso a Madeiras Floresta está à sua disposição para atendê-lo da melhor forma possível. Representamos marcas tradicionais e as melhores empresas do mercado. Aqui você encontrará seus Paletes de Pinus ou Eucalipto dentro dos mais elevados padrões de qualificação. Segue abaixo informações sobre esse material:

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PALLETS – PALETES – PALLETE – PALETE – PÁLETE

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Sendo  segundo a wikipédia Pallets ou Paletes de Pinus ou Eucalipto ou qualquer que seja a nomenclatura adotada, todas estarão corretas de acordo com seu idioma.

A palavra PALLETE é oriunda do francês. No inglês designa-se PALLET.

Trazida para o idioma português temos a nomenclatura PALETE ou PÁLETE.

Os PALLETS são estrados que tem por finalidade otimizar a movimentação de cargas, racionalizar espaços de estocagens, diminuir danos aos produtos e reduzir custos operacionais, entre outras vantagens.

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São muito utilizados em armazéns, galpões, supermercados e varejo em geral, provocando a minimização de custos e agilizando o tempo de carga e descarga com o emprego de empilhadeiras.

Os mais conhecidos são os PALLETS de madeira, mas também podem ser confeccionados em metal, fibra ou plástico.

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Dentre as principais vantagens podemos destacar:

–  Rapidez na movimentação de cargas e estocagens.

–  Verticalização da área de estocagem, com racionalização do espaço de

armazenagem.

–  Padronização dos estoques, com acondicionamentos uniformes.

–  Menor emprego de mão de obra nas operações de cargas e descargas.

–  Menor risco de acidentes na movimentação dos materiais.

paletes

palete de pinus

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Os PALLETS de madeira são confeccionados basicamente em madeiras de eucalipto (eucalyptus spp) ou de pinus (pinus spp), oferecendo segurança necessária tanto para armazenamento quanto para transporte.

São confeccionados sob normas e necessidades, e de acordo com sua utilização podem ser vazados ou com a face superior fechada.

Muitas empresas utilizam-os no sistema One Way (uma vez) quando trata-se de remessas de materiais, pois na maioria dos casos, a logística de retorno torna-se onerosa, ou ainda quando são confeccionados atendendo as medidas e necessidades específicas da empresa.
Seja sua necessidade Pallets ou Paletes de Pinus ou Eucalipto não deixe de consultar a Madeiras Floresta .

fev 20

Dormentes Ferroviarios

DORMENTES FERROVIARIOS

DORMENTES DE MADEIRA TRATADA EM EUCALIPTO

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Os dormentes ferroviários em muitos dos casos são dormentes de madeira tratada de eucalipto são uma das partes mais importantes na implantação de novas ferrovias e reativação de ferrovias em reforma. As ferrovias são o meio de transporte terrestre com maior capacidade de carga e de passageiros. Os dormentes, mais tradicionalmente os dormentes de madeiras, são essências dessa estrutura. Portanto, num país de dimensão continental como o Brasil é inconcebível que para o transporte de passageiros e cargas se desconsidere o transporte ferroviário. A precariedade das estradas e as enormes distâncias a serem vencidas são desafios daqueles que precisam cruzar os quadrantes do País, sem terem outras alternativas de transportes.

Até a metade do século XX existiam muitas estradas de ferro e o transporte ferroviário tinha considerável importância no sistema viário do País.

Na segunda metade do século XX tais estradas foram abandonadas, sobrecarregando sobremaneira o transporte rodoviário.

Os primeiros dormentes para o leito dos trilhos foram feitos de blocos de pedra, em 1820, quando utilizados nos trilhos de várias ferrovias americanas.

Devido a problemas de rigidez e inabilidade de segurar a bitola, esses dormentes foram logo abandonados. Na mesma éopca, uma linha de Boston experimentou a colocação de dormentes de madeira, que provou ser um sucesso, sendo copiado pelas demais ferrovias.

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Inicialmente utilizaram as madeiras de carvalho, pinho, cedro, castanheira, cipreste e muitas outras madeiras. A abundância dessa matéria-prima, localizada sempre próxima às ferrovias, não preocupou os empresários de então sobre a sua durabilidade.

Com o passar dos anos, houve um aumento no consumo de madeira, levando à necessidade de se pensar em prolongar sua via útil, já que a expansão da malha ferroviária permitia cada vez mais a ligação das áreas produtivas agrícola e mineral aos portos, indústrias e mercado consumidor.

Isso resultou na definição de uso de certas madeiras consideradas mais macias. Para tanto não podem ser utilizados, sob hipótese alguma, dormentes ocos ou que apresentem brocas, saliências ou reentrâncias na zona de pregação.

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Entre 1889 e 1930 após expansão acelerada da malha ferroviária, diversas empresas enfrentaram dificuldades financeiras, obrigando o estado assumir o controle das ferrovias. Atualmente o sistema encontra-se marcado pela total privatização da malha ferroviária. Em decorrência de cenário, setores econômicos tem seus investimentos canalizados nesses ramais, visando a implantação de projetos seletivos, com a reestruturação da malha ferroviária e sua modernização.

Os dormentes de madeira de eucalipto fazem parte significativa dessa nova fase da malha ferroviária nacional.

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Fontes de Pesquisa:

http://www.remade.com.br/pt/revista_materia.php?edicao=75&id=398
http://www.antf.org.br/index.php/informacoes-do-setor/cronologia-historica-ferroviaria

fev 20

Madeiras para Telhado

MADEIRAS PARA TELHADO

Vigas – Caibros – Sarrafos – Ripas – Pontaletes – Tábuas – Madeiras para Telhado

A Madeiras Floresta atua na comercialização de todo tipo de madeira para construção civil, dentre elas madeiras para telhado, fornecendo vigas, caibros, sarrafos, ripas, pontaletes, madeiras para telhado em geral, além de tábuas, madeirite, compensados e paletes.

Fornecemos madeira serrada bruta ou aparelhada de excelente qualidade, com agilidade, praticidade e credibilidade, visando o bom atendimento e a satisfação de nossos clientes.

Descritivos:

  • Vigas – muito utilizadas na construção civil para fornecer sustentação de pavimentos e tetos.
  • Caibros – elementos componentes do madeiramento dos telhados, colocados em direção perpendicular às terças, paralela às tesouras, abaixo das ripas, sendo que sua inclinação determina o caimento do telhado.
  • Sarrafos – também utilizados nos telhados, são substituídos por ripas em telhados mais pesados. Possuem função de anel estrutural nos caixilhos de vigas e colunas para construção.
  • Ripas – são tiras de madeiras que formam a base para fixação das telhas. São a última parte da trama do telhado e são pregadas perpendicularmente aos caibros. O espaçamento entre as ripas é determinado de acordo com o tamanho da telha a ser utilizada.
  • Pontaletes – peças de madeiras formadas por quatro lados iguais, muito utilizados em obras, geralmente para escoramento de lajes e bases de andaimes. Na fabricação de móveis são bastante utilizados como pés de mesas e cadeiras, torneados ou outros acabamentos.
  • Madeiras para Telhado – ou madeiramento para telhados, são as madeiras serradas em bitolas comerciais usadas para fazer a cobertura de determinado local ou construção. Existem casos onde o dimensionamento dessas madeiras exigem peças maiores ou diferentes, havendo assim a necessidade de produzi-las em tamanhos sob medida.

Trabalhamos .com ampla linha de produtos para atender suas necessidades.

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